História da moda

 
 


 
 

Os seres humanos passaram a se cobrir com peles de animais para se proteger do clima e, com o tempo, essa proteção foi se tornando cada vez mais sinônimo de poder e status.

 

Na época bizantina dava-se valor, por exemplo, às roupas na cor roxa, pois essa cor era derivada de um pigmento muito raro que só a nobreza tinha condições de adquirir.

Já os mais pobres usavam roupas na cor azul, que era feita com uréia, encontrada em abundância, pois os tintureiros tomavam muitas bebidas alcoólicas, faziam a urina em baldes, e essa era utilizada para tingir as peças de tecido.

A moda nos anos 1920

Nessa época, a moda já estava livre dos espartilhos do século XIX. As saias já mostram mais as pernas e o colo. Na maquiagem, a tendência era o batom. A boca era carmim, em forma de coração. A maquiagem era forte nos olhos, as sobrancelhas eram tiradas e o risco pintado a lápis. A tendência era ter a pele bem branca.

Foi a época de Hollywood em alta, e a maioria dos grandes estilistas da época, como Coco Chanel e Jean Patou, criaram roupas para grandes estrelas.

Foi uma década de prosperidade e liberdade, animada pelo som das jazz-bands e pelo charme das melindrosas, as mulheres modernas da época, que frequentavam os salões e traduziam em seu comportamento e modo de vestir o espírito da também chamada Era do Jazz.

A silhueta dos anos 20 era tubular, os vestidos eram mais curtos, leves e elegantes, com braços e costas à mostra. O tecido predominante era a seda. Os novos modelos facilitavam os movimentos frenéticos exigidos pelo charleston - dança vigorosa, com movimentos para os lados a partir dos joelhos. As meias eram em tons de bege, sugerindo pernas nuas. O chapéu, até então acessório obrigatório, ficou restrito ao uso diurno. O modelo mais popular era o "cloche", enterrado até os olhos, que só podia ser usado com os cabelos curtíssimos, a "la garçonne", como era chamado. A mulher sensual era aquela sem curvas, sem seios e com quadris pequenos. A atenção estava toda voltada aos tornozelos.

A sociedade dos anos 20, além da ópera ou do teatro, também freqüentava os cinematógrafos, que exibiam os filmes de Hollywood e seus astros, como Rodolfo Valentino e Douglas Fairbanks. As mulheres copiavam as roupas e os trejeitos das atrizes famosas, como Gloria Swanson e Mary Pickford. A cantora e dançarina Josephine Baker também provocava alvoroço em suas apresentações, sempre em trajes ousados.

Em 1927, Jacques Doucet (1853-1929), figurinista francês, subiu as saias ao ponto de mostrar as ligas rendadas das mulheres - um verdadeiro escândalo aos mais conservadores. Foi a época da estilista Coco Chanel, com seus cortes retos, capas, blazers, cardigãs, colares compridos, boinas e cabelos curtos. Durante toda a década Chanel lançou uma nova moda após a outra, sempre com muito sucesso.

Fonte: Wikipédia


Moda no Brasil
 

Embora rápida e vertiginosa como amor de carnaval, a moda guarda lá suas permanências. A mais forte delas, desde o inglês Charles Worth inaugurando a alta costura na França, tem sido seus territórios de criação e inspiração para o resto do mundo: primeiramente, Paris, depois Londres, Milão e Nova York. Mais recentemente, os japoneses marcaram posição no cenário internacional e, na virada do milênio, a grande novidade é a entrada do Brasil no fechado mundo da moda. Parece, desta vez, que não se trata de mais um caso de paixão passageira, mania de ocasião ou qualquer predileção fugaz.

Para o The New York Times, 2000 foi o ano da moda brasileira. E o sucesso permanece. Seria a força do acaso governando o aparentemente frívolo mundo das aparências em favor do Brasil? Pode ser. Mas não é nada desprezível a simultaneidade de fatores operando tanto cá como do lado de lá do Atlântico. Sem isso, a emergência da moda brasileira não teria passado de mais uma tentativa.

Nosso estilismo vive um momento bastante afirmativo no que diz respeito à identidade, criatividade, profissionalização e reconhecimento, tanto no país como fora dele. Por outro lado, a moda internacional, saturada, não mais se restringe ao circuito tradicional. Considerando uma coisa e outra, a chave do segredo pode estar em trilharmos os indicadores mundiais, a eles acrescentando uma mistura de tecidos, formas e doses generosas de sensualidade, cor e alegria, para obter ao final algo que seja a nossa cara. A partir de agora, a previsão é que surja mais e mais gente nova, e a moda estrangeira sirva tão somente como referência do que acontece lá fora.

A era contemporânea da moda brasileira começa em 1994, com o Phytoeorvas Fashion, que mostrava a criação de novos estilistas. Dois anos mais tarde, uma transformação substancial se dá com o Morumbi Fashion, versão inicial do São Paulo Fashion Week. Esses movimentos já anunciavam o impulso que teria a moda brasileira. O Brasil passa a contar com um calendário de moda e os lançamentos deixam de ser isolados, ganhando unidade. Os estilistas abandonam a preocupação com acontecimentos estrangeiros e se ocupam mais do desenvolvimento de seu próprio trabalho.

 

Significado de expressões Atuais

BOOK - é uma pasta com fotos do modelo, manequim, tipo ou personagem, tais fotos são analisadas para processos de seleção. Um book deve conter pelo menos cinco fotos em formato 20x30 colocados na pasta.

POLAROIDS OU SNAPSHOTS - São fotos que podem ser feitas por qualquer máquina digital: por fotografo, na agência, ou com qualquer pessoa da família ou amiga.
Nestas fotos você precisará estar de biquíni, sem maquiagem e sem fazer pose de corpo inteiro, meio corpo e close.

BOOKER - É o agente dos modelos, é a pessoa responsável pelos testes de uma agência.

BLITZ - No jargão dos modelos, blitzs são ações rápidas distribuição de folhetos publicitários, brindes ou promoções em que vários modelos vão para um determinado local (casa noturna, praia, shopping, etc.) fazem distribuição do material e seguem para outro local, determinado pelo cliente, até o encerramento do trabalho; que geralmente dura 6 horas.

CACHÊ - significa o valor do pagamento pelo trabalho realizado por modelos, manequins, elenco em geral.

CASTING - O casting de uma agência é um grupo de modelos, manequins, elenco em geral que constitui a agencia.

CD-ROM Book - Mídias, ou meios de armazenamento de dados onde a modelo pode expor seus trabalhos, fotos, vídeos, imagens, locuções e textos.

PRÉ -SELECIONADOS - Quando o modelo foi bem no teste e está concorrendo como finalista para pegar o trabalho.

NEW FACE - É o nome dado a modelos iniciantes na carreira e sem muita experiência.

SCOUTER - É o caça-talentos, o "olheiro" da agência, alguém que está nas ruas a procura de rostos promissores.

SELEÇÃO - Momento em que a agência apresenta os modelos, para que o cliente escolha os que desejam para a execução do trabalho.

GO SEE - Visita de apresentação a clientes, produtores de moda e fotógrafos.

WORKSHOP - São cursos rápidos onde se aprende desde as técnicas básicas de desfile, comportamento, postura e auto-maquiagem até as técnicas mais sofisticadas da moda

Fontes: http://www.megamodelmt.com.br/historia.php
 
 
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